Versão de segurança. Se você roda o DeskcommCRM numa VPS, atualize.
Um usuário da comunidade auditou o código e mandou um relatório. Parte do que ele apontou já tinha sido corrigida nas versões seguintes à que ele analisou — mas seis problemas estavam de pé, e um deles deixava dados de uma empresa visíveis para outra. Todos foram corrigidos, cada um com um teste automático que impede o problema de voltar.
Requer atenção3
Esta versão pede uma ação sua antes ou depois de atualizar. Leia este bloco primeiro.
Administradores vão precisar entrar de novo, com o código do aplicativo
Se você já tem a verificação em duas etapas cadastrada e está com a sessão aberta, as ações de administrador passam a pedir o segundo fator. Sair e entrar novamente resolve. Quem ainda não cadastrou o segundo fator não é afetado e continua conseguindo cadastrá-lo normalmente.
Corrigido6
Uma empresa conseguia ler a base de conhecimento de outra, e escrever no histórico dela
Duas funções internas aceitavam o identificador da empresa como se fosse confiável, sem conferir se quem pediu era mesmo de lá. O isolamento entre empresas estava de pé em todo o resto — o furo era só nessas duas portas, e elas agora conferem.
Quem tinha permissão de apenas visualizar conseguia mudar configurações importantes
Um usuário "visualizador" podia reescrever as instruções do agente de IA (o texto que ele fala com o seu cliente), desligar o canal de WhatsApp, mexer no limite de gastos e apagar a chave do provedor de IA — bastava falar direto com o banco de dados, sem passar pelas telas. Agora essas mudanças exigem administrador, como as telas já exigiam.
A verificação em duas etapas do administrador valia só na tela
Quem tinha a senha de um administrador, mas não o segundo fator, ficava barrado na interface e mesmo assim alcançava as funções sensíveis por fora dela — criar chave de API, convidar gente para a equipe, pedir exportação de dados. Agora o servidor confere o segundo fator em todas elas.
Link de login podia levar para um site estranho
Um endereço preparado por terceiros fazia você digitar a senha no site certo e, logo depois de entrar, ser jogado para outro lugar — o momento em que se confia mais na próxima tela.
Envio de arquivo na conversa não conferia permissão
Era a única ação de escrita da conversa sem essa checagem; um usuário "visualizador" podia enviar arquivos de até 50 MB.
Automação de webhook podia alcançar a rede interna do servidor
A checagem olhava só o texto do endereço; um domínio preparado para apontar "para dentro" passava, e alcançava serviços internos e a área de credenciais do provedor de nuvem. Agora o endereço é resolvido de verdade antes de qualquer envio.