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Catálogo de produtos próprio — com o preço que a IA responde ao cliente

Quem vende produto agora tem onde cadastrar o que vende. Antes, o único catálogo do sistema era o espelho de uma loja Nuvemshop: quem não usa Nuvemshop — a loja de rua, o showroom, quem vende pelo WhatsApp e só — não tinha lugar nenhum para pôr preço, e o agente de IA respondia "vou confirmar com a equipe" para a pergunta mais comum que existe, que é "quanto custa".

Há uma tela nova em Produtos, no menu do CRM. Dá para cadastrar um a um, e dá para importar a planilha que a loja já tem — o arquivo do Excel, com os nomes de coluna que ela já usa (código ou sku, preço ou valor, estoque ou qtd). Reimportar a mesma planilha com preços novos atualiza os produtos em vez de duplicar, que é o gesto real de quando o custo muda.

A importação recusa em vez de adivinhar. Uma linha com preço que não dá para ler não entra, e o relatório diz qual linha e qual foi o texto encontrado — um chute aqui vira preço errado dito a um cliente três dias depois. As linhas boas entram mesmo assim: uma planilha de 300 itens não morre inteira por causa da linha 7.

Para a IA, a diferença é maior do que parece. A busca dela entende o cliente que escreve "ifone 15 128" e devolve exatamente o modelo de 128GB — nunca o de 256GB, mesmo sendo quase o mesmo texto, porque é aí que o preço sai errado. E quando dois produtos casam igualmente bem, ela pergunta em vez de escolher.

Só quem é gerente ou administrador altera preço; quem atende lê. Nada muda para quem já usa a integração com Nuvemshop — aquele catálogo continua onde estava.

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O segundo material que você ensina ao agente volta a funcionar

Ensinar mais de um documento ao mesmo assistente não funcionava, e não havia como perceber: o primeiro material era lido normalmente, e do segundo em diante a tela mostrava "pronto" enquanto o conteúdo nunca ficava disponível para a busca. O assistente respondia "não encontrei isso" sobre uma coisa que estava escrita num arquivo que você subiu — e nenhum aviso aparecia em lugar nenhum.

Medido numa instalação real: cinco documentos enviados para o mesmo assistente, um funcionou, quatro ficaram parados. Os cinco apareciam como concluídos.

A causa era interna: a numeração das versões do acervo passou a contar por documento, mas a regra do banco continuava contando por assistente — então o segundo documento sempre esbarrava no primeiro. Não era intermitente; nunca funcionava.

Agora cada material tem a própria contagem, e os materiais antigos continuam válidos como estavam. Se você já subiu documentos que ficaram parados, basta reenviá-los depois de atualizar.

Para quem opera uma instalação, nada muda no dia a dia: nenhuma configuração nova, nenhum passo de atualização.

O preço da planilha deixa de entrar dez vezes maior no catálogo

O catálogo de produtos aceita uma planilha para a loja não ter de cadastrar item por item. A leitura do preço tinha um erro de escala nas duas formas mais comuns de uma planilha brasileira chegar.

Um centavo escrito com um dígito só. Quando a célula está formatada como número e mostra 1.299,90, o Excel grava 1299,9 no arquivo — ele corta o zero do fim. O sistema lia esse único dígito como separador de milhar e gravava R$ 12.999,00 no lugar de R$ 1.299,90. Dez vezes o preço, sem recusar a linha e sem avisar ninguém — e é esse preço que o atendimento automático responderia ao cliente.

Uma observação escrita ao lado do preço. Quem escreve R$ 5.499,00 (promo até 10) na mesma célula via os dígitos da observação grudarem no valor, e o produto entrava a R$ 54.990.010,00.

Agora um ou dois dígitos depois da vírgula são sempre centavos — grupo de milhar tem sempre três, então um grupo menor não pode ser outra coisa. E célula com qualquer texto junto do número passa a ser recusada, com a linha apontada no relatório e a instrução de como escrever, em vez de virar um número plausível que ninguém confere numa lista de 300 itens.

Para quem opera, nada muda: nenhuma configuração nova, nenhum passo de atualização. E nenhum catálogo precisa ser corrigido — o conserto sai na mesma versão que traz a importação de planilha, então nenhuma loja chegou a importar com o preço errado.

O atendimento automático não responde mais por cima de uma conversa entregue a uma pessoa

Quando a IA decide que um caso precisa de gente — cliente irritado, suspeita de pedido de descadastro, termo delicado —, ela entrega a conversa e silencia o atendimento automático até alguém resolver. A tela mostrava esse estado corretamente ("Automático pausado"), mas um segundo motor de resposta, que ainda atende instalações sem agente publicado, continuava respondendo assim mesmo.

O resultado aparecia como o pior tipo de contradição: o painel dizia que uma pessoa ia assumir, o cliente recebia mensagem de robô, e ninguém do time ficava sabendo. A causa era uma comparação de datas que nunca dava certo para o valor "para sempre" que o produto usa nesses casos — a proteção existia no código e nunca chegava a agir.

Agora os dois motores usam a mesma regra, a mesma que move a tela. Para quem opera, nada muda no dia a dia: nenhuma configuração nova, nenhum passo de atualização. O que muda é que "entreguei para uma pessoa" passa a valer de fato.

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