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O sistema inteiro em espanhol, com o idioma trocável em três lugares
Quem instala na América Latina agora escolhe o idioma na própria instalação, e o sistema abre em espanhol para todo mundo da empresa — inclusive para quem for convidado depois e nunca abriu o próprio perfil.
Antes, o espanhol existia pela metade: só as telas do dia a dia estavam traduzidas, e o resto aparecia em português para quem tinha escolhido espanhol. Agora a tradução cobre Agenda, Desempenho, Radar, Respostas rápidas, IA e o painel de administração, com um teste automático que reprova qualquer texto novo que apareça sem tradução.
O idioma se troca em três lugares, na ordem em que se costuma precisar deles:
No topo de qualquer tela
— o botão
PT/ESao lado do controle de tema. Um clique, sem procurar nada. É onde recorre quem abriu o sistema num idioma que não lê.Na instalação
— o
install.shpergunta, e a resposta define o idioma da empresa inteira.Em Configurações
— no seu perfil (só para você) ou em Organização (para todo mundo que entrar sem preferência própria).
Também está consertado um controle que não fazia nada: o seletor de Idioma em Configurações › Organização era gravado no banco e nunca era lido. Quem o mudasse não via diferença nenhuma. Agora ele vale para toda pessoa da empresa que não tenha escolhido um idioma seu.
As datas também acompanham o idioma. "quinta-feira, 3 de março" vira "jueves, 3 de marzo" — não sobrou aquele meio-termo em que a tela fala espanhol e a data insiste no português.
Duas exceções, de propósito: os e-mails que o sistema envia seguem em português (quem recebe um convite ainda não tem conta, então não há preferência de idioma para consultar), e o relatório de LGPD também — ele responde a uma lei brasileira, e mudar a forma dele conforme quem apertou o botão seria errado.
A tradução para espanhol é, em boa parte, contribuição de @JowaniOrantes, que abriu três frentes de trabalho por conta própria: as áreas de IA e administração (#352), o módulo de Agenda (#379) e as correções que vieram do QA visual dele. São 57 commits e mais de 460 entradas de dicionário que este release não teria sem esse trabalho.
Corregido8
Pausar um agente de IA agora o cala de verdade
Pausar o único agente publicado da organização fazia um agente que a tela chamava de "Rascunho" voltar a responder no WhatsApp pelo caminho antigo de resposta — com o texto do cadastro, sem as ferramentas nem os limites da versão publicada.
Junto disso, a tela passou a dizer a mesma coisa que o motor faz: o seletor de dono de negócio deixou de esconder agentes publicados (e de oferecer os pausados), e o selo da Inbox só diz "Automático" quando existe mesmo alguém para atender.
Instalação nova não obriga mais a verificação em duas etapas logo de cara
Quem instalava pelo instalador automático caía, logo depois do primeiro acesso, numa tela obrigatória pedindo para cadastrar a verificação em duas etapas — um passo que o assistente de instalação nunca anunciou. A verificação é opcional desde a versão 1.0 e se liga em Configurações › Segurança, mas o instalador não acompanhou essa decisão e deixava o valor obrigatório.
Quem já instalou e já configurou a verificação não é afetado: nada é desligado de quem já tem. A mudança vale só para instalações novas, que passam a nascer como sempre foi a intenção — com a escolha nas mãos de quem administra.
O mesmo celular escrito das duas formas passa a cair sempre no mesmo cadastro
Quando um celular ainda existia gravado nas duas formas — com e sem o nono dígito —, o sistema podia escolher qualquer uma das duas ao reencontrar a pessoa. Na prática isso aparecia no pior momento: a resposta do cliente entrava no cadastro errado, o follow-up não a reconhecia como resposta, e a mesma pergunta era enviada de novo.
Agora a escolha é sempre a mesma e é sempre a forma com o nono dígito, que é a que o CRM guarda e mostra. Você não precisa fazer nada.
Quando a IA falha ao responder, o erro deixa de sumir
A peça que faz a IA responder às conversas registrava as próprias falhas apenas num log que ninguém lê. Se ela parava de responder por um erro, não havia sinal em lugar nenhum — só o silêncio no WhatsApp do cliente. Agora esse erro é enviado ao serviço de monitoramento, o mesmo que o resto do sistema já usava.
Quem opera não precisa fazer nada, e nenhum dado de conversa é enviado: o sistema já limpa o conteúdo antes de mandar.
O instalador para de confundir comentário com valor de configuração
No arquivo de exemplo que serve de base para a configuração da VPS, as explicações ficavam na mesma linha dos valores. O instalador lê esse arquivo linha a linha e tratava a explicação como parte do valor — então uma senha, um endereço ou uma chave podiam chegar ao servidor com um texto extra colado no fim, e o erro só aparecia depois, num lugar sem relação com a causa.
As explicações passaram para a linha de cima. Quem já tem o servidor rodando não precisa refazer nada; a mudança protege quem instala do zero a partir de agora.
Quem baixa o projeto no Windows consegue rodar os testes
Isto é do nosso processo de desenvolvimento, não do sistema que você usa. Quem baixava o projeto no Windows não conseguia rodar a bateria de testes do banco: o sistema operacional alterava os arquivos de banco de dados na cópia, e uma conferência de integridade recusava tudo antes de o primeiro teste rodar.
Para quem opera uma VPS nada muda — o servidor sempre rodou em Linux, onde a alteração não acontece.
O relógio externo do follow-up passou a ser testado de ponta a ponta
Quem roda o sistema numa hospedagem sem agendador próprio — o plano gratuito da Vercel é o caso comum — depende de um serviço de cron externo bater de tempos em tempos para os follow-ups andarem. Esse caminho tinha runbook e nunca tinha sido exercitado: se ele parasse de funcionar, ninguém receberia erro, e os follow-ups simplesmente ficariam parados.
Agora um teste automático dispara a batida de fora, como o cron real faz, e confere que o follow-up de fato anda — e que uma batida sem a chave certa é recusada sem mexer em nada. Você não precisa fazer nada: nada mudou no comportamento, só passou a existir uma rede que avisa se ele quebrar.
Uma rede a mais contra vazamento entre empresas
O sistema separa os dados de cada empresa por uma regra no banco, e essa regra precisa ser ligada tabela por tabela. Faltava uma verificação automática que recusasse uma tabela nova sem essa proteção — a conferência dependia de alguém lembrar. Agora ela é feita a cada mudança, e o que já existe está registrado como dívida conhecida, para a lista só diminuir.
Nada muda para quem opera: é uma proteção contra um erro futuro, não a correção de um vazamento existente.