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Versión 1.4.0

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Esta versão muda o primeiro acesso. Instalar deixou de ser "configurar uma IA" e passou a ser montar um funcionário e vê-lo atender antes de terminar: você diz como ele se chama, o jeito dele falar e as regras da casa, monta o quadro de clientes do seu ramo — não o de loja virtual que todo mundo ganhava igual — e, no último passo, conversa com ele como se fosse um cliente. Nada sai pelo WhatsApp; você só confere que ele funciona antes de confiar nele. Junto disso, seis causas diferentes que deixavam uma IA publicada muda foram medidas num servidor real e consertadas uma a uma; o sistema passou a ser usável no celular; e você pode pôr o seu nome, o seu logo e a sua cor em tudo — pela tela, sem linha de comando.

Requiere atención5

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Desta vez, rodar o update.sh UMA vez basta — a instrução da 1.3.0 não vale mais. A versão anterior pedia duas execuções porque a primeira deixava o processo que faz a IA atender "solto": acompanhando o desenvolvimento em vez de ficar parado na sua versão, como o resto do sistema. Isso acabou. A atualização agora fixa as três partes do sistema na mesma versão de uma vez só, e se ainda assim alguma ficar solta — é o caso de quem está vindo de uma versão anterior à 1.3.0 — o próprio sistema fecha essa ponta sozinho em até 5 minutos, sem você fazer nada. Rodar duas vezes por hábito não estraga nada: a segunda vez responde "você já está na versão mais recente" e não toca em nada.

Antes de ligar a parada automática da IA, confira o número do seu limite. Ele sempre foi em dólar, e a tela dizia real (está explicado acima). Quem escreveu "50" pensando em reais tem, na verdade, um limite de US$ 50 — cerca de cinco vezes maior do que imaginava. Seu limite não foi alterado; o que mudou é a tela finalmente dizer a verdade. Como a parada automática nasce desligada em todo mundo, dá tempo de olhar o número com calma antes de armá-la.

Fora isso, nada exige ação sua. O arquivo de configuração criado na sua instalação continua valendo como está: tudo que é novo nesta versão já vem com um valor padrão, e a própria atualização acrescenta o que faltar. O banco de dados também passa a se limpar sozinho a partir daqui, jogando fora registro técnico velho que ninguém lê — conversa, contato, mensagem e histórico de atendimento não são tocados, e não há nada para você configurar.

Se você tem DUAS conexões oficiais do WhatsApp com a mesma conta da Meta, uma delas vai mudar de nome. Era possível cadastrar a mesma conta duas vezes — numa agência com dois clientes, ou num número que trocou de empresa — e, enquanto isso durou, as mensagens recebidas eram descartadas em silêncio para as duas. A atualização mantém a mais antiga e marca a outra como conflito, acrescentando -conflito- ao identificador dela. Nada é apagado: se você encontrar uma conexão com esse nome, é essa a razão — confira qual das duas deve continuar e apague a que sobra.

Se você usou o botão "Configurar Catálogo" na tela de conhecimento, confira o que ficou gravado. Ele salvava o que você escrevia como se fosse uma pergunta e resposta, não um catálogo — então o conteúdo está lá, mas na gaveta errada. Vale reabrir e refazer.

Se o seu sistema ainda chama a sua empresa de "Minha Empresa", troque em Configurações. A instalação cria a empresa com esse nome provisório, e o primeiro acesso trazia esse texto já escrito no campo — quem seguiu adiante sem apagar ficou com ele. Agora o campo vem vazio, mas quem já passou por ali precisa corrigir à mão.

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Instalar deixou de ser "configurar um sistema": agora você monta um funcionário e o vê atender antes de terminar

O passo a passo do primeiro acesso foi de 4 para 6 etapas e mudou de assunto. Ele abre mostrando o que a sua instalação já trouxe pronta — servidor e banco de pé, qual inteligência artificial foi contratada, se o WhatsApp está pronto para parear —, em vez de um formulário em branco. O antigo "Configurar IA" virou "Treine seu funcionário": como ele se chama, o jeito dele falar e — o campo que faltava — as regras da casa (horário de atendimento, o que nunca prometer, como chamar o cliente). Ali mesmo a chave da inteligência artificial é testada de verdade: não "a chave foi aceita", que um provedor responde até com a conta zerada, mas uma resposta real, que é a única coisa que prova que há crédito. Se a instalação veio sem chave, o campo para colar a sua está nessa tela, um clique antes de o funcionário nascer com ela. Entrou o passo "Onde ele organiza", que monta o quadro de clientes do seu ramo: uma clínica termina com "Quer agendar" e "Consulta marcada", em vez do quadro de loja virtual — "Carrinho abandonado", "Em separação", "Enviado" — que toda instalação ganhava igual, sem nunca ter sido perguntada em que ramo entrou. Você pode renomear, remover e acrescentar colunas antes de gravar. E entrou o passo "Ver ele atender": você escreve como se fosse um cliente e lê a resposta dele antes de terminar, sem nada sair pelo WhatsApp e sem criar conversa nenhuma — antes, o último clique despejava você numa caixa de conversas vazia, depois de montar um funcionário que você nunca tinha visto fazer nada. O funcionário que nasce dali também é outro: deixou de ser um respondedor de perguntas e já vem sabendo mexer no CRM sozinho — procurar o cliente, anotar o que ele informou, criar a oportunidade no funil e mover o cliente de etapa —, apontado para o funil certo e sabendo dizer o que o seu negócio faz. E, no fim, em vez de te largar numa tela vazia, o sistema se apresenta: as seis partes principais, cada uma com uma frase sobre o que ela faz por você.

Ponha o seu nome, o seu logo e a sua cor no sistema — pela tela, sem linha de comando e sem reiniciar nada

Em Administração › Marca, quem é dono da instalação troca o nome do sistema, escolhe a cor da marca e sobe o arquivo do logo (PNG ou JPG, até 512 KB). Salvou, recarregou: a barra lateral, os botões, o destaque que aparece ao redor do campo em que você está digitando, o título da aba e o ícone do navegador já estão repintados. Até esta versão, a única forma de trocar a marca era editar um arquivo no servidor por linha de comando e reiniciar o sistema inteiro — e quem editava o código para conseguir isso perdia a mudança na atualização seguinte, quase sempre sem perceber. A cor não é aplicada crua: o sistema deriva onze tons dela e mostra onde cada coisa vai pousar antes de você salvar; se a cor escolhida deixaria o texto do botão ilegível no tema escuro, ele anda os degraus necessários sozinho. Nada de escolher amarelo e descobrir depois que o botão ficou branco no branco. E cada empresa dentro da mesma instalação pode ter a própria marca, em Configurações › Marca, sem depender de quem instalou o sistema: o que ela deixa em branco é herdado da instalação.

A sua marca sai da tela e alcança o resto do produto

O ícone da aba do navegador (que simplesmente não existia — a aba ficava sem ícone nenhum), o nome que aparece no aplicativo autenticador de quem liga a verificação em duas etapas, o nome do remetente dos e-mails e, principalmente, os e-mails de confirmação de conta e de recuperação de senha — que até aqui chegavam ao seu cliente com o nome do nosso produto, no primeiro contato dele com o sistema. O instalador também passou a perguntar a cor da marca: antes ele perguntava só o nome e entregava o verde do nosso produto em toda tela e em todo e-mail de acesso, então quem instalava para um cliente entregava a marca dele pintada com a cor de outro. Uma ressalva que vale conhecer: os e-mails de acesso são lidos de fora do CRM, então trocar a cor pela tela depois não reescreve esses e-mails — é a resposta dada ao instalador que faz as duas pontas nascerem iguais. Uma exceção é deliberada: o relatório de dados pessoais em PDF nunca leva a sua marca. Ele nomeia a empresa que responde legalmente pelos dados, porque é um documento que atende a um direito do titular — pôr ali o nome de quem só hospeda inverteria quem responde pelo quê.

Dá para usar o sistema pelo celular

A barra lateral fixa era a única navegação existente e nunca sumia: num celular comum ela empurrava o conteúdo para fora da tela, e não havia botão nenhum para escondê-la. Agora ela vira uma gaveta que abre pelo topo e fecha sozinha ao trocar de tela, e todo botão ganha um alvo de toque de dedo no celular, voltando ao tamanho compacto no computador, onde quem aciona é o mouse. Junto veio uma varredura por todo o sistema atrás do que empurrava a tela para o lado: os cabeçalhos das páginas, a lista de funis, a barra de seleção em massa do quadro de vendas, campos de busca de largura fixa, tabelas soltas e os rodapés de "Pular/Continuar" do cadastro inicial. E a página inteira nunca mais desliza de lado: quando algo é largo demais — uma tabela, o quadro de vendas —, é só aquela parte que rola, e o resto da tela fica parado.

A verificação em duas etapas virou escolha, e não uma porta trancada na primeira tela

O botão "Começar a usar" entregava o dono da instalação num bloqueador de tela cheia pedindo um aplicativo autenticador — um passo extra que o próprio wizard nunca anunciou, bem na hora de finalmente ver o produto funcionando. Agora quem administra decide se ela é obrigatória, em Configurações › Segurança, e o padrão é não exigir. Quem já usa a verificação continua protegido exatamente como está.

O produto passou a falar a sua língua: "Pipeline" e "Kanban" saíram da tela

Eram cinco nomes para a mesma coisa, e três apareciam juntos na mesma tela. Agora o menu tem Funis (onde você abre o funil) e Etapas do funil (onde você configura o que cada coluna significa). Nas telas do primeiro acesso, o mesmo: o passo do WhatsApp parou de mostrar códigos internos como "Sessão: org_f3d61bc0" e "Status: INIT", e o passo do time deixou de listar "viewer, agent, manager, admin" em inglês.

Dá para responder "em cima" de uma mensagem, e enviar o contato de alguém, como no WhatsApp

Passe o mouse (ou toque, no celular) sobre a mensagem, escolha Responder, e ela aparece citada logo acima do campo de texto — com um × para desistir. O cliente recebe a sua resposta pendurada na mensagem original, do jeito que ele já conversa no WhatsApp. Funciona nas duas formas de conectar o número, e o botão aparece também no celular — antes de sair, ele só existia para quem tem mouse, ou seja, sumia justamente onde a maior parte do atendimento acontece. Trocar de conversa limpa a citação sozinho, para nenhuma frase sair citando a mensagem de outro cliente. E no "+" ao lado do campo de mensagem existe agora a opção Contato: escolha alguém da sua base ou digite nome e telefone na hora, e chega no WhatsApp do cliente como cartão de contato de verdade — ele salva ou chama a pessoa com um toque. Quando um cartão de contato chega para você, ele fica clicável dentro do CRM: um toque abre a conversa com aquela pessoa, criando o contato se ainda não existir. O telefone é conferido antes de sair, para o cartão não levar um número que não existe no WhatsApp (o caso clássico do nono dígito).

Importar contatos de uma planilha

Botão Importar na tela de Contatos: você sobe um arquivo CSV — o que qualquer Excel ou Google Planilhas exporta — e ele entra com nome, telefone, e-mail, CPF, aniversário e etiquetas. Os títulos das colunas podem estar em português (nome, telefone, celular, aniversário, etiquetas), e o separador pode ser vírgula ou ponto-e-vírgula, que é o que o Excel em português usa. Cada linha tem desfecho próprio na tela: importada, já existia, ou recusada com o motivo escrito — uma linha errada não derruba a planilha inteira. Até 500 linhas por vez. Arquivo .xlsx é recusado com a instrução de exportar como CSV, em vez de importar pela metade.

De qual anúncio o contato veio

Quando alguém chega pelo botão "Enviar mensagem" de um anúncio do Facebook ou do Instagram, o CRM guarda a campanha e o anúncio na ficha do contato, e o negócio nasce etiquetado como vindo de anúncio. É gravado no primeiro contato e nunca reescrito depois — o primeiro toque é o que conta. Compartilhar um post normal, sem impulsão, não é confundido com anúncio pago. Anúncios do Google ainda não são identificados.

O atendimento automático volta a funcionar no domingo

Até agora a IA ficava calada o domingo inteiro, e quem escrevia no domingo só era respondido na segunda-feira. A regra existia para reduzir risco de bloqueio, mas o que protege disso é o ritmo de envio, não o dia da semana — o custo caía sobre o seu cliente, à toa. Agora o domingo é liberado por padrão. A janela da noite continua valendo (nada sai entre 22h e 7h) e, se você faz prospecção ativa e prefere não incomodar no fim de semana, dá para desligar o domingo em Conexões › Proteção de envio, número por número — a chave se chama "Enviar aos domingos".

O limite de gasto com IA passa a valer de verdade — e nasce desligado

Até agora a tela de Uso de IA › Orçamento deixava você escrever um limite mensal, mas quem barrava a chamada olhava para outro lugar: nenhuma instalação estava protegida, e a tela dizia que estava. Agora o número que você digita é o número que decide. Para que ligar isso não corte o atendimento de ninguém por engano, a proteção começa desligada em todo mundo e só liga em três passos, na tela: Só acompanharMe avisarParar a IA no limite. Não dá para pular direto para a parada, e quando você a arma ela só começa a valer 72 horas depois (dá para renunciar a essa espera marcando a caixa). Você não precisa fazer nada — quem não abrir essa tela continua exatamente como está hoje.

Quando o limite para a IA, ninguém fica sem resposta

As conversas que estavam sendo atendidas vão para a fila de atendimento humano, com um aviso na Central de avisos explicando o que aconteceu. Cada uma volta ao automático pelo botão "Devolver ao automático" no cabeçalho da conversa. Aumentar o limite evita paradas novas, mas não devolve sozinho as conversas que já pararam. E, antes de qualquer parada, um aviso na Central de avisos aparece quando o gasto passa do ponto que você escolheu — ele se apaga sozinho quando o gasto volta para baixo do limite ou o mês vira.

O banco de dados passou a se limpar sozinho, todo dia

Três arquivos internos cresciam para sempre e nunca eram podados: o arquivo bruto de tudo o que o WhatsApp envia, a fila de tarefas da IA e o registro de auditoria. Numa instalação real, o arquivo do WhatsApp sozinho era 86% do banco inteiro — 468 MB de um total de 545 MB, contra menos de 10 MB de mensagens, contatos e leads somados. E o plano gratuito do Supabase acaba em 500 MB, que é onde vive a maior parte de quem instala. Agora, a cada dia: o conteúdo pesado dos eventos do WhatsApp é esvaziado depois de 7 dias e a linha some depois de 90 (o resumo continua lá, para investigar problema antigo); a fila de tarefas já concluídas é apagada depois de 90 dias; e a auditoria segue a validade definida no arquivo de configuração da sua instalação, com 5 anos de padrão e um piso de 90 dias que não dá para furar. Nada que ainda tem dono é tocado: tarefa esperando, tarefa rodando agora e tarefa que falhou e virou aviso na Central de avisos ficam onde estão. Você não precisa configurar nada — já vem ligado com esses valores.

O agente de atualização passa a fixar sozinho a versão que ficou solta, em até 5 minutos, sem você fazer nada — ele grava a versão que já está rodando. O que ele nunca faz é mexer numa configuração que você escreveu à mão: se você escolheu acompanhar um canal de propósito, ele respeita e só avisa.

Se você veio da 1.3.0 e rodou o update.sh uma vez só, é ele que termina o serviço a partir desta versão — a instrução de "rodar duas vezes" deixa de ser necessária daqui em diante.

Da lista de Contatos direto para a conversa

Na lista de Contatos e na ficha de cada pessoa há agora um botão que leva direto para a conversa dela no Inbox, sem precisar procurá-la na lista de conversas.

Dá para instalar numa VPS que já tem painel (CloudPanel e similares)

Antes, o instalador tentava subir o próprio servidor web nas portas 80 e 443, que já estavam ocupadas pelo painel, e a instalação parava ali. Agora existe um passo a passo oficial para esse caso, na documentação do projeto, em docs/runbooks/cloudpanel.md — contribuição de um usuário da comunidade.

Quem usa a OpenRouter parou de ter o próprio consumo creditado ao site de outra pessoa

Uma versão anterior levava, fixo dentro do sistema, o endereço de um site de terceiro — e o consumo de todo mundo ficava atribuído a um lugar que não é seu. Isso saiu. Se você quiser aparecer com o seu próprio nome no painel da OpenRouter, há dois campos no arquivo de configuração da instalação (OPENROUTER_APP_URL e OPENROUTER_APP_TITLE), os dois opcionais e vazios por padrão: deixando em branco, nada é enviado junto com as chamadas.

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Seis causas diferentes deixavam uma IA publicada muda — e nenhuma aparecia como erro

Medidas uma a uma num servidor real, com o dono dizendo "a IA não responde": em todas, a tela dizia "IA atendendo" e a mensagem não chegava.

Número de WhatsApp recém-conectado: a IA não respondia a ninguém

Todo número novo entra com uma trava de segurança nos primeiros dias, para não ser banido — e a trava segurava também as RESPOSTAS a quem escrevia para você. O cliente mandava "Oi" e passavam horas. Agora ela segura só o que o sistema começa sozinho; responder quem escreveu nunca é retido, e as conversas paradas por essa causa voltam à fila sozinhas.

Uma regra de distribuição vazia sequestrava o atendimento inteiro

Dá para ligar uma regra em dois cliques e não colocar ninguém nela — e aí toda conversa ia para um atendente genérico, sem as suas instruções, morrendo em silêncio enquanto o agente certo esperava do outro lado. Agora isso não tira a conversa de quem já atendia.

Quem escrevia depois das 22h nunca era respondido — nem no dia seguinte

Fora da faixa em que o sistema pode enviar (7h às 22h), a resposta era perdida: o atendimento era dado como concluído e nada saía. Agora ela é adiada e entregue quando o horário abre. No mesmo caminho, o horário de funcionamento que você configurava não era lido por ninguém (medido: 8h às 18h, de segunda a sexta, com o agente respondendo às 21:55 de uma terça), e a retomada de quem sumiu morria em 25 minutos, dando o contato como perdido antes das 23h. Agora a espera aguenta a noite inteira e a mensagem sai pela manhã.

A tela do agente anunciava uma coisa e o motor rodava outra

O cartão mostrava a inteligência escolhida no dia da criação, não a publicada; a mesma tela dizia "Publicado" e "Rascunho" ao mesmo tempo, e a resposta tranquilizadora era a errada; e arquivar um agente antigo não arquivava nada — ele seguia recebendo conversas. Agora as telas mostram quem realmente atende.

O que você configurava no agente não chegava ao atendimento

"Abri o agente e o prompt sumiu" era comum: um rascunho antigo vencia a versão publicada, e a tela deixava publicar texto vazio por cima do texto bom. O editor cortava o fim das instruções coladas, sem avisar — um agente atendeu clientes de verdade com as instruções cortadas no meio de uma frase. O tamanho de histórico que você escolhia não valia (a tela oferecia até 8.000 e o motor usava 1.000), e nada limitava mensagens seguidas: o funcionário disparava até 8 sem o cliente responder. Agora vale o que você configurou, e há um teto por atendimento (3 por padrão).

Quem instalou escolhendo a OpenRouter tinha um funcionário que morria em toda mensagem

Ela é a primeira opção do instalador e estava quebrada em quatro pontos: a chave sumia; o agente do primeiro acesso nascia pedindo uma chave da Anthropic que você nunca teve; o botão de testar recusava justamente o provedor em uso; e o seletor de inteligência abria em branco, trocando o seu provedor no primeiro salvamento. Junto, "sem saldo" aparecia como erro sem nome nem conserto — a chave estava sem crédito e o dono caçou defeito por horas no sistema para um problema de fatura. Agora a tela nomeia falta de saldo ou de limite, e quando falta chave ou modelo o agente fica em rascunho honesto em vez de nascer com selo de "Publicado" e ficar mudo.

"Tem como parar a dor?" bloqueava o paciente para sempre — e quem respondia "BAJA" em espanhol continuava recebendo

A regra que reconhece pedido de sair da lista caçava a palavra em qualquer posição da frase. Medido numa clínica em uso real: "tem como parar a dor?" e "posso sair antes das 15h?" bloqueavam o contato, que sumia sem ninguém saber — e o mesmo erro deixava passar "não quero mais receber", que é pedido claro. Do outro lado, os modelos em espanhol terminam com "Respondé BAJA para no recibir más" e o CRM só entendia português e inglês: o caminho mais curto para uma denúncia de spam. Agora só bloqueia a palavra sozinha ou o pedido inequívoco, e baja, salir e no quiero recibir descadastram.

Tropeços do primeiro acesso

O aceite de termos era obrigatório e apontava para duas páginas que não existiam; elas agora existem e nomeiam quem instalou como responsável pelos dados. O sistema chamava sua empresa de "Minha Empresa" até você recarregar a página. E a tela do WhatsApp mandava escanear "o código abaixo" quando não havia código nenhum, ou dizia "Preparando o código…" para sempre; agora o código aparece e cada situação responde "e agora?", com botão de tentar de novo.

A caixa de conversas contava história errada

O contador de pendentes só subia — responder não abaixava nada — e uma conversa com uma mensagem nova podia mostrar 6. Agora responder zera, abrir marca como lida, e os contadores errados são recalculados na atualização. A coluna Última atividade dos Contatos ficava parada, e mensagens novas só apareciam recarregando a página — agora a tela se reconecta sozinha e recupera o que entrou nesse meio-tempo.

A conexão do WhatsApp não voltava sozinha depois de um reinício

Reiniciar o servidor ou uma falta de memória deixava o número parado — nada entrava, nada saía — até alguém abrir Conexões e clicar em Reconectar, às vezes só no dia seguinte. Agora o sistema religa sozinho o número que apenas parou — mas não quando o WhatsApp recusou a conta nem quando o QR Code espera alguém com o celular na mão, porque aí insistir piora.

O WhatsApp ficou três dias fora do ar dizendo apenas "Não foi possível verificar a conexão"

Quando o WhatsApp recusa a credencial, nada entra e nada sai — mas o aviso era a mesma frase morna, em amarelo, de uma oscilação de rede. Foram três dias sem uma única mensagem, e o dono só descobriu ao tentar conectar um número novo. Agora credencial recusada abre aviso próprio, em vermelho, que diz o que fazer — e avisa que escanear o QR Code de novo não resolve. A causa daqueles três dias também foi consertada: duas cópias da pasta de instalação na mesma máquina trocavam as credenciais uma da outra; agora a atualização automática percebe isso e para antes de estragar. E os avisos nomeavam o número errado — o telefone era gravado no primeiro pareamento e nunca mais corrigido —, mandando o dono pegar o celular errado.

Seu número podia aparecer como conectado enquanto não entregava mais nada

No caminho oficial do WhatsApp, bastava desconectar o aparelho do outro lado: o CRM seguia dizendo "conectado" e o atendimento morria calado. Agora a conferência pergunta se dá para enviar por aquele número AGORA — e "não consegui verificar" segue sendo tratado como não sei, nunca como queda.

O sistema parado gastava mais cota de banco de dados do que o plano gratuito permite

Uma instalação sem nenhum contato e nenhuma conversa consumia 8,09 GB por mês contra uma cota de 5 GB, só porque o processo que faz a IA atender perguntava à fila quatro vezes por segundo se havia serviço. Agora ele pergunta quando falta pouco para a próxima tarefa vencer e dorme até lá, sem deixar o atendimento mais lento. No mesmo esforço: o WhatsApp parou de mandar avisos que o CRM já jogava fora, e as tarefas automáticas deixaram de registrar na auditoria quando não fizeram nada — num servidor real, 95% da auditoria era rotina vazia, enterrando o que importa.

A versão publicada subia e morria em seguida, num ciclo sem fim

Faltavam peças dentro do pacote pronto e o sistema não mostrava uma única tela — enquanto o painel do servidor dizia que estava tudo de pé, porque só conferia se ele atendia o telefone, não se havia alguém do outro lado. Agora cada versão é ligada e testada antes de ser publicada.

A atualização do banco podia falhar em silêncio e você nunca saber

Partes de uma mudança não chegavam ao seu servidor, o erro era tratado como inofensivo e a tela dizia "atualização concluída". Agora, se falhar, você fica sabendo. O instalador também acusava a sua chave quando o problema era a internet, prendendo você num laço do qual não se saía digitando certo. E quem tem Supabase próprio travava na primeira instalação, tendo que editar arquivo à mão: agora existe um segundo endereço, opcional, só para a estrutura do banco — quem não preencher continua exatamente como está hoje.

Uma leva de correções que você não vai notar — e esse é o ponto

Uma mensagem preparada de propósito podia congelar o sistema inteiro por segundos; agora é recusada na entrada. Falhas de segurança em programas de terceiros foram fechadas, e um diagnóstico interno que imprimia a chave do seu WhatsApp em texto puro agora mostra só um pedaço. Aviso do WhatsApp fora do formato esperado era descartado em silêncio, com a mensagem se perdendo enquanto o WhatsApp achava que tinha entregue. Telas apertadas ganharam espaço: a barra lateral não cobre mais a lista de conversas, no celular a lista e a conversa não brigam pelo mesmo pedaço de tela, e textos cortados sem jeito de ler o resto — eventos do contato, erros de integração, dados de LGPD — abrem por inteiro. PDFs da base de conhecimento perdiam os parágrafos e agora chegam como no original. E o logo, que demorava meio minuto para aparecer e aparecia quebrado em toda instalação em Docker, aparece na hora e no lugar.

⚠️ Requer atenção — o valor do orçamento de IA sempre foi em DÓLAR, e a tela dizia real

Quem lia "R$ 50,00" tinha, na verdade, um limite de US$ 50,00 — cerca de cinco vezes maior do que imaginava. Nada mudou no seu gasto nem no seu limite: mudou o que a tela confessa. O rótulo agora diz US$ nas telas de Uso de IA, Execuções, Evolução e nos painéis de administração. Confira o número antes de ligar a parada automática: se você escolheu "50" pensando em reais, o que está armado é cinco vezes isso.

O gasto exibido era o acumulado desde a instalação, não o do mês

O contador nunca zerava, e com alguns meses de uso a tela comparava meses de gasto contra um limite mensal. Agora o número é o do mês corrente, e é o mesmo que decide se a IA para. Junto: o seletor "Ação ao atingir 100%" oferecia "Pausar" e "Desabilitar" sem que nada os distinguisse, e a escolha não tinha efeito nenhum — saiu da tela (quem quiser que a IA pare no limite usa "Parar a IA no limite"). E o alerta de "limite atingido" ficava aceso depois de o mês virar ou de você aumentar o limite; agora se apaga sozinho.

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