Agregado3
Formulários do Respondi entram como lead, com as respostas na ficha
Antes, quem ligava um formulário do Respondi ao CRM recebia um erro e nenhum lead era criado — o webhook chegava com as respostas dentro de uma estrutura que o CRM não sabia ler, e a captação era recusada inteira. Agora o nome, o telefone, o e-mail e cada pergunta respondida chegam na ficha do contato, e o lead nasce no funil como qualquer outro. Telefone sem código de país é lido como brasileiro ((11) 99999-8888 vira +5511999998888, a mesma regra que o WhatsApp já usava); número de fora do Brasil precisa vir com o + e o código do país.
Quem recusa contato no formulário aparece na linha do tempo
Se a pessoa marcou que não aceita receber mensagens, isso vira um evento visível na ficha dela — em vez de a equipe descobrir o silêncio depois, sem saber por quê. Recusa é informação, não ausência de informação.
Todo lead que chega pelo formulário do Respondi já entra triado
Cada envio é lido na hora e ganha, na ficha, uma classe (A, B, C ou D) calculada a partir da pontuação do próprio formulário — e, quando falta a pontuação, o valor honesto "não avaliado", nunca uma classe chutada. Quem não tem telefone utilizável ou recusou o contato entra marcado como desqualificado, com o motivo. E o que precisa de olho humano — nome que parece spam, o mesmo telefone chegando com outro nome, ou um valor de investimento que contradiz o outro — fica sinalizado como aguardando revisão, sem travar nada: o lead entra no funil do mesmo jeito e continua elegível para o primeiro contato. Tudo isso aparece na linha do tempo da ficha, então dá para ver por que um lead foi parar onde foi parar.
Corregido8
A IA avisa o cliente antes de chamar uma pessoa — antes ela saía de campo calada
Quando o atendimento automático parava e a conversa ia para a fila humana, o cliente não recebia mensagem nenhuma: ele falava, e ninguém respondia. Acontecia nos dois caminhos que param a IA, e o pior deles era o silencioso — a IA tinha acabado de perguntar o e-mail do cliente, o sistema detectou insatisfação na mensagem dele e desligou o automático; o cliente respondeu a pergunta e ela caiu no vazio. Agora, em qualquer um dos caminhos, sai uma mensagem antes do silêncio, e ela é honesta com o estado da sua equipe: com gente disponível ela convida a aguardar; sem ninguém livre no momento, diz que o pedido ficou registrado; e numa instalação que ainda não configurou atendente nenhum, não promete contato. Quem pediu para parar de receber mensagens recebe a confirmação da parada, não uma oferta de atendente.
Quem vai assumir a conversa agora sabe se o cliente foi avisado
O aviso na Central passou a dizer, em uma linha, se a pessoa do outro lado já sabe que alguém está vindo — é o que muda a primeira frase que o atendente digita.
Conversa parada por insatisfação detectada agora abre aviso na Central
Esse caminho devolvia a conversa à fila e calava a IA sem avisar ninguém: o cliente sem resposta e a equipe sem sinal de que havia alguém esperando. Agora ele abre o mesmo aviso que os outros caminhos já abriam, e sem duplicar quando dois motivos disparam na mesma conversa.
O agente voltou a ouvir os áudios que chegam
Quem mandava um áudio ouvia de volta "não consigo ouvir mensagens de voz" — e a transcrição ficava pronta no sistema meio minuto depois, sem ninguém para usá-la. A causa era de ritmo: as tarefas de bastidor (baixar o áudio, transcrever, tratar mídia) só eram acordadas uma vez por minuto, e a resposta ao cliente não espera tanto. Medido numa instalação real: a cadeia levava de 103 a 188 segundos, e passou a levar 18. A transcrição em si sempre levou 4 segundos — o resto era fila. Nada para você fazer: vale assim que atualizar.
A caixa de conversas voltou a se atualizar sozinha — antes só recarregando a página
A mensagem do cliente chegava, ficava guardada certinho, e a tela continuava parada: quem estava com a conversa aberta, olhando, não via nada até apertar F5. Valia também para o funil, o histórico do contato e as telas da IA. A causa veio de fora — uma peça de terceiros que o sistema usa mudou de comportamento numa atualização, e o aviso de "chegou coisa nova" passou a ser recusado em silêncio, sem erro em lugar nenhum. Agora a tela recebe de novo na hora, e ela também se recupera sozinha: se a conexão em tempo real cair, a lista e a conversa voltam a se sincronizar em pouco tempo em vez de ficar congeladas num passado que parece presente. Nada para você fazer — vale assim que atualizar.
A automação parou de dizer "Sucesso" para mensagem que ela nem tentou mandar
Quando o envio era pulado — contato sem telefone, contato bloqueado, contato que recusou receber mensagens — a execução aparecia na aba Atividade como bem-sucedida. Pior que o defeito que a versão passada corrigiu: aquele pelo menos tinha tentado. Agora aparece como Falhou, com a razão.
Quem recusa receber mensagens no formulário para de receber automação
A recusa já ficava visível na linha do tempo, mas nada no motor a lia — as automações de WhatsApp saíam do mesmo jeito. Agora a recusa fica registrada na ficha da pessoa e as duas ações de envio automático (mensagem escrita por você e mensagem escrita pela IA) a respeitam. Vale também quando a pessoa já era seu contato e mudou de ideia num envio novo. Quem nunca respondeu à pergunta continua recebendo normalmente — não perguntar não é a mesma coisa que ouvir "não".
Cambiado2
O Tailwind passou da versão 3 para a 4. Para quem roda numa VPS, não muda nada: nenhuma variável nova, nenhum passo manual, o update.sh segue igual. O que muda é a aparência de algumas telas — e para melhor, na maioria dos casos:
Avisos e destaques que não apareciam passam a aparecer
O jeito antigo de escrever "esta cor com 10% de opacidade" era descartado em silêncio quando a cor vinha do tema — então o fundo rosado do aviso de erro, a borda avermelhada do campo inválido e vários realces de seleção simplesmente não pintavam. São 62 marcações assim, em 252 lugares, que agora mostram o que sempre deveriam ter mostrado.